[RESENHA] Vidas Muito Boas

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Como aproveitar o fracasso para seu próprio bem? Quando JK. Rowling foi a paraninfa da turma de formandos da Universidade de Harvard em 2008, o discurso feito por ela não só inspirou os formandos, como veio a se tornar um livro para inspirar ainda mais pessoas.

Vidas Muito Boas é sobre como a importância da imaginação salvou a autora, assim como todos os obstáculos na sua vida a fizeram se tornar quem é. Antes de se tornar um fenômeno mundial, e um dos maiores nomes no meio literário, Rowling sofria em um casamento arruinado e com problemas financeiros, o que a fez ver no fracasso a inspiração para alavancar sua carreira.

“Talvez vocês não fracassem na escala que eu fracassei, mas é inevitável ter algum fracasso na vida. É impossível viver sem fracassar em alguma coisa, a não ser que vocês vivam com tanto cuidado que acabem não vivendo de verdade – e, neste caso, vocês fracassam por omissão.”

O livro é de fácil entendimento e a leitura é leve e gostosa de acompanhar, por ter poucas páginas em algumas horas você consegue termina-ló por completo. Para os fãs de Harry Potter, também existem algumas referências ao universo durante as páginas. A edição do livro é outro atrativo a parte, já que a Editora Rocco se preocupou com todos os detalhes, desde a capa até o espaçamento das frases, fazendo com que a leitura seja ainda mais prazerosa.

Se você precisar de uma boa leitura que irá te inspirar e aquecer seu coração, a recomendação está mais do que feita. Vidas Muito Boas é um ótimo livro para levantar seu animo em um dia ruim ou apenas te ajudar a usar as adversidades a seu favor.

CRÍTICA
Vidas Muito Boas
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Apaixonado por cinema, seriados e literatura. Quando criança queria ser astronauta, e hoje vive no mundo da lua.